No final da tarde de quinta-feira (16), o vice-presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero), deputado Laerte Gomes (PSD) finalizou sua agenda de compromissos no município de Castanheiras, onde se reuniu com o prefeito Cicero Godoi (PP),vereador Paulinho Eletricista (União), Vereador Rafael Silva e lideranças para discutir pautas importantes para o desenvolvimento do município.
Após a reunião, acompanhado do ex-vereador Ernesto, do presidente Sidinei Ermakowitch e lideranças locais, o deputado esteve no distrito de Jardinópolis, onde visitou a Cooperativa Agropecuária dos Produtores Rurais de Jardinópolis (Coaprujar), onde está instalada a fábrica de ração entregue através do seu mandato no ano passado.
A unidade foi uma importante conquista para o setor produtivo do distrito de Jardinópolis e Castanheiras em geral, resultado de um trabalho conjunto com o vereador Paulinho Eletricista, o ex-vereador Ernesto Stragevitch e o presidente da Coaprujar, Sidinei Ermakowitch.
Foto : Assessoria de Imprensa
O deputado comentou sua parceria com a Coaprujar e reafirmou seu compromisso em continuar apoiando iniciativas que fomentem o desenvolvimento do agronegócio em Castanheiras e região.
“Quando trabalhamos juntos, conseguimos transformar projetos em realidade. A Coaprujar é um exemplo claro de que a união de esforços entre os pequenos produtores e os parlamentares pode gerar grandes frutos para a população”,afirmou o deputado durante a visita.
A visita à Coaprujar reforça o compromisso do deputado em seguir atuando em prol do setor produtivo, do pequeno produtor, buscando novos investimentos e iniciativas que possam beneficiar diretamente os produtores e a economia local.
Você já imaginou ter uma ilha no quintal de casa? Foi exatamente isso que a família de Camila Honorório decidiu fazer em São Miguel do Guaporé (RO). A ideia inusitada viralizou nas redes sociais depois que a jovem compartilhou vídeos mostrando sua rotina no “paraíso particular” (veja acima).
Com águas azuladas e coqueiros ao redor, a paisagem chamou a atenção de internautas de todo o Brasil. Ao g1, Camila contou que a intenção inicial era construir uma represa para a diversão da família, mas o projeto tomou outro rumo por um motivo especial: preservar a natureza.
“Nosso terreno era uma área já alagada, portanto os coqueiros que estão no meio da ilha já existiam. Meus pais não quiseram derrubar essas árvores e acabar causando uma degradação maior. No caso, a solução foi escavar ao redor das árvores, e surgiu assim a ilha”, explicou.
O vídeo chamou a atenção de milhares de pessoas nas redes sociais, rendendo elogios e despertando curiosidade sobre o “quintal dos sonhos”. Mas, apesar da repercussão, a família prefere, por enquanto, manter o espaço reservado apenas para encontros familiares.
“Geralmente aos finais de semana é costume a família se reunir pra fazer o famoso almoço de domingo e aproveitar pra se refrescar nesses dias quentes. Também alguns vizinhos e amigos da família aparecem pra aproveitar um momento de lazer”,contou Camila.
Do sonho à obra
Família de RO constrói ‘ilha’ particular no quintal — Foto: Reprodução/acervo pessoal
A construção da pequena ilha no quintal começou de forma simples, com a escavação de uma represa ao redor dos coqueiros já existentes no terreno. Para isso, foi necessário contratar uma empresa de máquinas, que fez o serviço em dois dias. A partir daí, todo o trabalho de modelagem e paisagismo foi sendo feito aos poucos pelos pais de Camila e até hoje ainda está em andamento.
“Pra escavação da represa que rodeia a ilha, foi necessário dois dias de trabalho com a PC, que foi feito com uma empresa de máquinas. A partir da escavação, toda a parte de modelagem e paisagismo está até hoje ainda sendo feito pelos meus pais e outros familiares”, explicou.
A jovem contou que a criação da ilha não foi planejada desde o início, mas nasceu do desejo da família de preservar a natureza do local.
“Como não foi um projeto premeditado, e sim uma série de acontecimentos e cedência à natureza, não gastamos um valor específico, mas em média, em mais de um ano de trabalho, foi gasto entre 100.000 a 150.000”, detalhou.
A ilha improvisada já é conhecida na região e desperta o interesse de muitos moradores. Segundo Camila, a família está agora colocando no papel um projeto para transformar o local em uma pousada.
O mercado brasileiro de boi gordo registrou queda de preços em algumas praças de comercialização do Brasil.
Segundo o analista de Safras & Mercado Allan Maia, as indústrias frigoríficas ainda contam com uma posição confortável em suas escalas de abate, que hoje atendem entre sete e nove dias úteis na média nacional.
Ele ressalta que a disponibilidade de fêmeas bovinas no mercado segue elevada, apontando para um alto descarte de matrizes. “Como ponto de sustentação precisa ser mencionado o forte ritmo de embarques, mantendo a demanda por animais jovens aquecida.”
Preços médios da arroba do boi na semana
Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 15 de maio em comparação à última sexta (9):
São Paulo (Capital): R$ 310, inalterado frente à semana passada Goiás (Goiânia): R$ 295, sem alterações Minas Gerais (Uberaba): R$ 295, queda de 1,67% em comparação aos R$ 300 do fechamento da semana anterior Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 300, estável Mato Grosso (Cuiabá): R$ 305, baixa de 3,17% em relação aos R$ 315 praticados na semana passada Rondônia (Vilhena): R$ 270, estável
O que esperar até o fim do mês?
O coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, ressalta que para aliviar a taxa de lotação, alguns produtores aceleraram as vendas, inclusive de machos, o que deve seguir “contagiando” o mercado na segunda quinzena.
“Por conta disso, seria um mercado que trabalharia mais pressionado. Porém, hoje, com as notícias de influenza aviária na granja do Rio Grande do Sul e a suspensão de exportações de carnes de aves por 60 dias para grandes mercados, como a China, esse volume que não será embarcado deve ser redirecionada ao mercado interno e, com isso, a competitividade com a carne bovina tende a ficar mais pressionada. Assim, pensando em mercado interno, os compradores de boiadas tentarão fazer um preço médio da arroba mais atrativo para garantir as suas margens.”
Fabbri ressalta que o mercado já vinha com tendência baixista, o que deve se reforçar nas próximas semanas por conta da necessidade de competitividade com a carne de frango e a já esperada descapitalização da população na segunda quinzena do mês. “Esses fatores farão com que a oferta chegue mais facilitada à indústria frigorífica, trazendo um cenário de baixa de preços.”
Mercado atacadista do boi gordo
Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Maia informa que o mercado atacadista registrou preços acomodados na semana. O ambiente de negócios ainda sugere um menor espaço para reajustes no curto prazo, considerando um perfil de consumo mais comedido durante a segunda quinzena do mês.
“A população ainda prioriza o consumo de proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, ressalta.
O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 24,00 o quilo, estável frente à semana passada. Já o dianteiro foi vendido por R$ 19,50 o quilo, inalterado frente à semana anterior.
Exportações de carne bovina
As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 342,765 milhões em maio (6 dias úteis), com média diária de US$ 57,127 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
A quantidade total exportada pelo país chegou a 67,165 mil toneladas, com média diária de 11,194 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.103,30.
Em relação a maio de 2024, houve alta de 25,7% no valor médio diário da exportação, ganho de 10,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 13,3% no preço médio.
Após a visita da comitiva presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que culminou em acordos econômicos bilionários em favor do Brasil, o presidente da República Socialista da China, Xi Jinping, confirmou que fará a Ferrovia Transoceânica, ligando o Porto do Açu, no Rio de Janeiro, com a costa do Peru, em Bayovar. A confirmação foi dada na última sexta-feira (16) pela presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), Dilma Roussef,que teve agenda com o líder chinês logo após o encontro Brasil-China.
O próximo passo é a formalização de tratados entre China, Brasil e Peru. Os acordos já estão pré-estabelecidos entre os governos dos três países envolvidos. A obra está em andamento em trechos no território brasileiro, com cerca de 30% do percurso já concluído sendo a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FCO) e a Ferrovia Norte-Sul (FNS). A ligação completa entre o Atlântico e o Pacífico tem previsão de ficar pronta em 2028. O traçado definido será pela rota amazônica para reduzir obras na Cordilheira do Andes.
O que Rondônia ganha com isso?
A ferrovia será importante para Rondônia pois terá ligação entre Vilhena e Porto Velho, devendo reduzir o custo de fretes e diminuirá consideravelmente o fluxo de carretas na rodovia BR-364. Com a ferrovia é esperado que os produtos rondonienses se tornem mais competitivos para as exportações. Rondônia é importante exportador tendo como principais produtos soja, carne bovina e café.
O estado bateu recorde de exportações em 2024, alcançando US 2,6 bilhões de negócios. Todo o carregamento desses produtos é feito pelo sistema rodoviário que tem custo alto e congestiona a rodovia BR-364, causando transtornos e acidentes. A ferrovia é vista por especialistas em modais de transportes como a melhor alternativa para Rondônia e aos demais estados da região Oeste do Brasil, que exportam pela hidrovia do rio Madeira.
Rota Por Onde Vai Passar os Trechos da Ferrovia Transoceânica
Outra projeção para Rondônia é que o estado poderá ampliar seu polo de fábricas, aquecendo a economia e gerando mais empregos. Com produção energética em grande escala, a hidrovia do rio Madeira e a futura ferrovia, o estado será estratégico para instalação de indústrias com foco em exportações.
Outros detalhes da ferrovia
A Ferrovia Transoceânica, que dentro do Brasil será a EF-354, é um grande projeto envolvendo a China, Brasil e Peru. A extensão estimada é de 4.900 km fazendo a ligação de portos entre os oceanos Atlântico e Pacífico, evitando a passagem pelo Canal do Panamá. Com a estrada de ferro, o percurso entre América do Sul e Ásia será menor.
A redução do tempo e da distância, com o aumento da eficiência no transporte, deve levar a uma diminuição dos custos logísticos para as empresas exportadoras e importadoras, tornando o comércio mais competitivo. A China deve investir cerca de R$ 600 bilhões no projeto que terá como desafio as complexidades da Amazônia e Andres.
Presidentes Xi Jinping (China) e Lula da Silva (Brasil)
Presidentes Xi Jinping (China) e Lula da Silva (Brasil) durante solenidade do encontro entre os dois países para novaos acordos comerciais.
O Brasil continua no topo dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo, e os estados de Rondônia e Mato Grosso seguem liderando com 37%, com o maior consumo regional. A média anual é maior que 700 mil toneladas de produtos comercializados em todo o país. Visto como vilão da saúde, os agrotóxicos (defensivos agrícolas) são utilizados na produção agrícola.
Entre janeiro e março de 2025, a área tratada com defensivos agrícolas no Brasil cresceu 1,8% em relação ao mesmo período de 2024, totalizando mais de 831 milhões de hectares. Os dados são do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg), com levantamento realizado pela Kynetec Brasil. A métrica utilizada foi o PAT (Potencial de Área Tratada), que considera tanto o número de aplicações quanto os produtos utilizados simultaneamente no manejo.
O volume de defensivos aplicados avançou 3,4% no trimestre, com os herbicidas representando 42% do total, seguidos por inseticidas (28%), fungicidas (22%), tratamento de sementes (1%) e outras categorias (7%), como adjuvantes, reguladores de crescimento e inoculantes. As culturas mais tratadas foram milho (36%), soja (35%) e algodão (13%), cana-de-açúcar representou apenas 3%.
Apesar da expansão em área e volume, o faturamento do setor caiu 11,1%, somando US\$ 6,6 bilhões frente aos US\$ 7,4 bilhões do mesmo período em 2024. A retração é atribuída à queda dos preços e à desvalorização do real. As regiões com maior participação no mercado foram Mato Grosso e Rondônia (37%), seguidas por BAMATOPIPA (16%), São Paulo e Minas Gerais (14%), Paraná (10%), Mato Grosso do Sul (8%), Goiás e Distrito Federal (8%) e Sul do país (5%).
Em 2024, o Brasil registrou crescimento anual de 12,2% na área tratada com defensivos, superando 2,5 bilhões de hectares. O volume aplicado subiu 13,6%, com destaque para herbicidas (45%). Mesmo assim, o faturamento do ano foi de US\$ 19,9 bilhões, queda de 6,6% em relação a 2023.
Impacto na saúde
Estudos científicos no mundo todo têm evidenciado a relação entre o uso de agrotóxicos e diversas doenças, como: leucemias e outros cânceres; alterações neurológicas (como o Mal de Parkinson); lesões no fígado, pele e pulmão; alergias, alterações hormonais, problemas comportamentais e de saúde mental. A aplicação requer cumprimento de normas técnicas e o consumo de alimentos precisa de profunda higienização.
Novo Horizonte do Oeste (RO) – Um grave acidente de trânsito ocorrido na noite deste domingo (18) resultou na morte de um casal na RO-010, entre as linhas 168 e 164, no município de Novo Horizonte do Oeste, em Rondônia.
De acordo com as primeiras informações, o casal trafegava em uma motocicleta no sentido a Rolim de Moura quando colidiu frontalmente com uma caminhonete que seguia na direção contrária. O impacto da colisão foi violento e causou ferimentos fatais nas vítimas.
Uma equipe do Hospital Municipal de Novo Horizonte foi acionada e, ao chegar ao local, constatou o óbito dos ocupantes da motocicleta. As vítimas foram identificadas como Edvaldo Dutra Ferreira e Simone Fernandes, ambos com 37 anos.
A Polícia Militar esteve presente para registrar a ocorrência. A Perícia Técnica (Politec) também foi acionada e realizou os trabalhos periciais para apurar as causas e a dinâmica do acidente.
O caso será investigado pelas autoridades competentes.