Durante a madrugada deste domingo (8), quatro motocicletas foram furtadas no Parque de Exposições de São Miguel do Guaporé, local que recebe o tradicional rodeio da cidade. Assim que tomou conhecimento do crime, uma equipe da Polícia Civil deu início às buscas no entorno do evento e conseguiu recuperar uma das motos, que já foi encaminhada à Delegacia de Polícia para os procedimentos legais.
As diligências seguem em andamento para localizar as demais motocicletas e identificar os responsáveis pelos furtos. A Polícia Civil solicita o apoio da população e reforça que qualquer informação que possa ajudar nas investigações pode ser repassada de forma anônima.
O Governo de Rondônia, via SEGEP e SEDUC, abriu Processo Seletivo Simplificado (Edital nº 126/2025) para contratação temporária de Arquitetos e Urbanistas, Engenheiros Civis e Desenhistas Cadistas. A iniciativa visa fortalecer a infraestrutura escolar em todo o estado, com especial atenção para a região do Vale do Guaporé, abrangendo os municípios de São Miguel do Guaporé, São Francisco do Guaporé e Costa Marques. Esta é uma chance de contribuir diretamente para o desenvolvimento da educação pública local.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas online até o dia 10 de junho de 2025. Os candidatos devem consultar o edital completo para verificar requisitos e documentação. O cronograma prevê análise de títulos entre 11 e 12 de junho, homologação preliminar em 14 de junho e resultado final em 20 de junho. É crucial que os interessados não percam o prazo e se preparem para a avaliação de títulos, que será um diferencial na classificação.
O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Rondônia, o deputado Ismael Crispin, foi direto durante a audiência pública realizada em Nova Mamoré: “Rondônia mudou. A produção cresceu, os desafios ambientais aumentaram, e o zoneamento precisa acompanhar essa nova realidade para garantir segurança a quem planta, a quem preserva e a quem investe.”
A declaração resume a importância da atualização do Zoneamento Socioeconômico-Ecológico (ZSEE)do estado, que vem sendo debatida em diversas regiões. A próxima audiência pública está marcada para esta quinta-feira (12), às 19h, no Centro Cultural de Pimenta Bueno.
Durante a audiência em Nova Mamoré, a engenheira florestal Débora Rosa apresentou dados técnicos e econômicos que reforçam a urgência de atualizar o zoneamento. Segundo ela, o estado passou por profundas transformações nas últimas duas décadas. “Em 2000, tínhamos uma realidade de uso e ocupação da terra muito diferente. Hoje, Rondônia ampliou sua base produtiva e se destaca nacional e internacionalmente na agropecuária e na agricultura”, explicou.
Débora destacou que o zoneamento não afeta apenas a zona rural. “Quando se atualiza essa ferramenta de gestão, há impacto direto também na zona urbana. Mais produção no campo significa mais indústrias, serviços e empregos nos municípios”, pontuou.
O crescimento é visível em todas as frentes: o rebanho bovino triplicou, saltando de 6 milhões para 17 milhões de cabeças em 2022. A produção de grãos segue em ritmo acelerado — soja, milho e arroz cresceram cerca de 9% na última safra. O café também teve um salto expressivo, passando de 85 mil toneladas em 2012 para 224 mil em 2022, com exportações para países como Alemanha, Bélgica e Vietnã.
Outro destaque é a piscicultura: Rondônia é um dos maiores produtores de tambaqui do Brasil, com 68 mil toneladas registradas apenas em 2019. O plantio de florestas comerciais, como pinos e eucalipto, já ocupa mais de 12 mil hectares no estado.
“Esses dados mostram que Rondônia é diversa, produtiva e estratégica para o Brasil. O zoneamento precisa refletir essa realidade para garantir desenvolvimento com responsabilidade”, reforçou Débora.
Foto: Thyago Lorentz
Ismael Crispin lembrou ainda que o estado já conta com estudos técnicos realizados entre 2015 e 2018, que resultaram em um projeto de lei complementar protocolado em 2020. “O trabalho técnico está pronto. Agora é a hora de ouvir a população e transformar esse conhecimento em uma política pública eficiente, que promova justiça para quem vive no campo e segurança jurídica para todos”, concluiu.
O FOLHA DO SUL ON LINE obteve imagens de um caminhoneiro sendo resgatado em trecho da Rodovia do Boi a cerca de 20 km da cidade de Corumbiara, após o veículo do tipo boiadeiro tombar na rodovia estadual, deixando-o preso às ferragens.
Segundo apurou a reportagem, o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 7:00h deste domingo, 8, e uma equipe da corporação que está sediada em Corumbiara, atuando na operação “Verde Rondônia”, deflagrada para prevenir incêndios na região e fazer conscientização ambiental, comandou o resgate.
A identidade do motorista e a dinâmica do acidente não foram divulgadas, mas o site recebeu a informação de que, ao ser desencarcerado, o motorista estava consciente, porém com fratura na clavícula esquerda e possíveis fraturas no fêmur e tíbia da perna esquerda.
Após ser resgatado, o caminhoneiro-boiadeiro foi levado para o Hospital Municipal de Corumbiara, de onde deverá ser encaminhado para Vilhena, já que aparentemente precisará passar por cirurgias ortopédicas.
Um homem identificado como Josias Dias Lima Filho, apontado como líder do Comando Vermelho na região da Zona da Mata, morreu na noite de sábado (7) após trocar tiros com a polícia em Espigão do Oeste (RO). Segundo as investigações, ele se preparava para atacar membros de uma facção rival junto com outros três comparsas.
De acordo com a Polícia Militar (PM), o grupo foi localizado em uma residência após interceptações telefônicas. Ao cercar o imóvel para fazer a abordagem, os policiais foram recebidos a tiros e revidaram. Josias foi baleado, socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu.
Os outros três suspeitos foram presos e devem responder por organização criminosa, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. No local foram apreendidas armas, munições e um pé de maconha.
Segundo a polícia, Josias era responsável por comandar o tráfico na Zona da Mata e articular uma série de crimes em cidades vizinhas, como parte da disputa territorial.
A investigação teve início após uma série de crimes na cidade, motivados por brigas entre facções. Pichações eram feitas para marcar território. Quando um dos autores das pichações sofreu uma tentativa de homicídio, a polícia deflagrou uma operação para conter os ataques.
Até o momento seis pessoas foram presas e seis armas apreendias. A operação tem como objetivo monitorar e evitar possíveis represarias.