Lula indica Jorge Messias para ser ministro do STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para integrar o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi escolhido nesta quinta-feira (20) para assumir a vaga deixada com a aposentadoria do ministro Luís Barroso.

A confirmação ocorreu após Messias ser chamado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para uma reunião no Palácio da Alvorada nesta quinta. A movimentação, articulada fora da agenda oficial, reforçou que ele é o nome favorito do governo para ocupar a próxima vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

A convocação ocorreu após Lula se reunir com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Nesse encontro, o presidente deixou claro que sua escolha era Messias, sinalização que praticamente encerra a disputa interna pela indicação.

Pacheco, que vinha sendo tratado como uma alternativa viável e contava com apoio de figuras influentes tanto no Congresso quanto na própria Corte, como o senador Davi Alcolumbre (União-AP), perdeu espaço com o novo movimento do Planalto.

Com a escolha de Lula, Messias ainda precisará enfrentar as etapas formais de aprovação no Congresso. O primeiro passo será a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Depois disso, seu nome seguirá para o plenário, onde dependerá de, no mínimo, 41 votos favoráveis para assumir a cadeira no STF.

Fonte: Bacci Noticias

Suspeita de envolvimento na morte de dentista em Vilhena é solta após um ano presa

A Justiça de Vilhena determinou a libertação de Raqueline Leme Machado, suspeita de envolvimento na morte de dentista em um dos crimes mais chocantes da história recente do município. A decisão ocorreu após mais de um ano da prisão da jovem, apontada pela Polícia Civil como possível envolvida no assassinato do dentista Clei Bagattini. A libertação determinada pela Justiça ocorre enquanto o processo segue sob sigilo.

Raqueline foi presa dias depois da execução de Clei Bagattini, morto a tiros dentro da própria clínica no centro de Vilhena. O caso repercutiu em toda Rondônia e chegou a ganhar espaço na imprensa nacional pela brutalidade do ataque.

Desde a prisão, a jovem sempre negou ter participado do crime. Ela era namorada de outro investigado, apontado como um dos articuladores da execução.

O autor dos disparos morreu posteriormente em confronto com policiais no estado de Mato Grosso.

O júri popular de Raqueline chegou a ser agendado para a primeira semana de dezembro. A acusada já havia sido levada a julgamento após a Justiça aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público.

No entanto, conforme apurado, o MP pediu o adiamento da sessão, prorrogando o prazo para a definição de uma nova data.

Enquanto isso, o processo continua em andamento e sob total sigilo.

A decisão judicial que autorizou a saída da investigada foi cumprida na manhã desta quarta-feira. Raqueline deixou a unidade prisional e já está em casa, onde passará a ser monitorada por tornozeleira eletrônica.

A Justiça ainda não divulgou quando o caso irá a júri, mas a expectativa é de que o Ministério Público reavalie os elementos antes de marcar a nova data.

O processo segue em curso, e novas movimentações deverão ocorrer nos próximos meses.

As informações foram obtidas pelo site Folha do Sul Online.

Facções criminosas estão presentes em 40% de Rondônia, aponta levantamento

A presença de facções criminosas cresceu e chegou a 45% dos municípios que compõem a Amazônia Legal, indica pesquisa divulgada nesta quarta-feira (19) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Das 772 cidades, 344 apresentaram alguma evidência da presença de facções, conforme o levantamento (veja no mapa abaixo). O aumento é de 32% em relação a 2024, quando 260 tinha facções.

Nove estados compõem a Amazônia Legal Brasileira: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Facções nos municípios da Amazônia Legal

Pesquisa aponta que criminosos estão em quase metade das cidades dos 9 estados.

Para o FBSP, o crescimento está diretamente ligado ao controle das rotas de tráfico de drogas na região, como no Alto Solimões. Crimes locais, entre eles o garimpo ilegal, também contribuíram para a expansão dos grupos criminosos (leia mais abaixo).

Está é a 4ª edição do estudo Cartografias da Violência na Amazônia, que conta com parceria do Instituto Clima e Sociedade, do Instituto Itausa, do Instituto Mãe Crioula e do Laboratório Interpretativo Laiv.

São 17 grupos diferentes identificados pelos pesquisadores, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), além de grupos locais e até internacionais, como o Tren de Aragua, da Venezuela, e a ex-Farc, da Colômbia.

Segundo o estudo, o CV tem influência em 83% do total de cidades com presença de facções, chegando a 286 cidades — seja de forma hegemônica ou em disputa com outros grupos criminosos.

Originário do Rio de Janeiro, o CV domina o crime organizado em 202 cidades, enquanto disputa a hegemonia com rivais em outros 84, de acordo com dados do Fórum. Houve crescimento de 123% de sua presença na Amazônia desde 2023, quando estava em 128 cidades.

O Primeiro Comando da Capital (PCC) está em 90 municípios, com controle da criminalidade em 31 e disputando o domínio em outros 59. Em 2023, estava em 93 cidades.

As 17 facções identificadas na Amazônia:

  • Comando Vermelho (CV);
  • Primeiro Comando da Capital (PCC);
  • Amigos do Estado (ADE);
  • Bonde dos 40 (B40);
  • Primeiro Comando do Maranhão (PCM);
  • Famílai Terror do Amapá (FTA);
  • União Criminosa do Amapá (UCA);
  • Comando Classe A (CCA);
  • Bonde dos 13 (B13);
  • Bonde dos 777 (dissidência do CV);
  • Tropa do Castelar;
  • Piratas do Solimões;
  • Bonde do Maluco (BDM);
  • Guardiões do Estado (GDE);
  • Tren de Aragua (Venezuela);
  • Estado Maior Central (ECM, da Colômbia);
  • Ex-Farc Acácio Medina (Colômbia).

Rota do tráfico e modo de atuação favoreceu o CV, indica pesquisador

Segundo David Marques, gerente de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a presença maior do Comando Vermelho na região é justificada pela descentralização, enquanto o PCC, por exemplo, centraliza as decisões em seus chefes de São Paulo.

Presença das facções nos estados

A presença nos estados varia conforme a localidade: quanto mais próximo da fronteira com outros países da América do Sul, mais forte a presença.

O Acre, que faz divisa com Peru e Bolívia, tem presença em 100% dos seus 22 municípios. Já o Tocantins, no outro lado, na divisa com o Nordeste, tem 12% das 139 cidades com registro de grupos criminosos.

Veja baixo:

  • Acre: 22 de 22 municípios (100%);
  • Amapá: 10 de 16 (62,5%);
  • Amazonas: 25 de 62 (40%);
  • Maranhão (parte amazônica): 53 de 181 (29%);
  • Mato Grosso: 92 de 141 (65%);
  • Pará: 91 de 144 (63%);
  • Rondônia: 21 de 52 (40%);
  • Roraima: 13 de 15 (80%);
  • Tocantins: 17 de 139 (12%).

Fonte: G1

Babi Yar: O Massacre Silenciado que se Tornou Símbolo do Horror do Holocausto

Em setembro de 1941, o desfiladeiro de Babi Yar, nos arredores de Kiev, tornou-se cenário de uma das maiores e mais brutais execuções em massa da Segunda Guerra Mundial. Em apenas dois dias — 29 e 30 de setembro — unidades dos Einsatzgruppen C, apoiadas pela polícia alemã e por colaboradores ucranianos, assassinaram quase 34 mil judeus. As vítimas foram obrigadas a caminhar até o desfiladeiro, deixar seus pertences, despir-se e, em seguida, foram fuziladas em grupos, caindo umas sobre as outras no abismo que se transformou em vala comum.

O massacre fez parte do plano nazista de exterminar a população judaica da Europa Oriental. A velocidade e a frieza com que foi executado fizeram de Babi Yar um símbolo do genocídio industrializado que marcou o Holocausto. Mas o horror não terminou ali. Em 1943, diante do avanço do Exército Vermelho, os nazistas tentaram apagar as evidências do crime: prisioneiros foram obrigados a desenterrar os corpos e queimá-los, numa tentativa desesperada de ocultar a escala da matança.

Babi Yar, no entanto, não vitimou apenas judeus. Ao longo dos meses e anos seguintes, o desfiladeiro tornou-se local de execução de ciganos, prisioneiros de guerra soviéticos, pacientes de hospitais psiquiátricos e opositores políticos ucranianos. O total de mortos pode ter ultrapassado cem mil pessoas.

Após a guerra, a verdade sobre Babi Yar enfrentou outro tipo de apagamento. A União Soviética evitou reconhecer a natureza antissemita do massacre, referindo-se às vítimas judias unicamente como “cidadãos soviéticos”. Monumentos e documentos oficiais omitiram durante décadas a identidade das primeiras e principais vítimas, apagando parte essencial da memória histórica do local.

Foi graças à persistência de poetas, sobreviventes, pesquisadores e defensores da memória — como o escritor Yevgeny Yevtushenko e o compositor Dmitri Shostakovich, que transformaram o horror de Babi Yar em denúncia artística — que o mundo voltou seus olhos ao desfiladeiro. Seus esforços impediram que o massacre caísse no esquecimento e garantiram que sua história se tornasse um marco na luta contra o negacionismo.

Hoje, Babi Yar permanece como um lembrete contundente de que crimes desse tipo não são sustentados apenas pelo ódio — mas também pelo silêncio, pela omissão e pela cumplicidade. Preservar sua memória é um passo essencial para evitar que tais atrocidades voltem a se repetir.

Fonte: SBdeHolanda

EVELYN HART: A MULHER QUE O VELHO OESTE NÃO CONSEGUIU QUEBRAR

Ela cavalgou para dentro de uma cidade que não a queria, usou uma estrela que muitos diziam que ela não merecia e enfrentou perigos dentro do gabinete do xerife muito piores do que os bandidos que colocava atrás das grades. Aos 41 anos, Evelyn Hart pendurou o distintivo e se afastou do sonho de fronteira pelo qual um dia vivera — não por fraqueza, mas por coragem.

Evelyn nunca planejou desistir.
Por quase toda a vida, apenas tentou sobreviver ao Velho Oeste como ele realmente era: poeirento, sem lei e implacável com mulheres que ousavam sair da linha.

Nascida em 1844, em um povoado áspero às margens do Rio Missouri, Evelyn cresceu entre cabanas inclinadas ao vento e histórias de justiça que chegava mais tarde que o inverno. Seu pai, caçador de castores; sua mãe, costureira de colchas e de feridas — ambos moldaram a fibra da filha que aprenderia, desde cedo, a encarar o mundo com firmeza.

Na adolescência, via cavaleiros cruzarem as estradas de terra com pistolas no quadril e acreditava que o distintivo era o símbolo máximo da coragem humana. Aos 18 anos, partiu de casa; aos 25, já atirava melhor e cavalgava mais forte do que muitos homens da região; aos 28, tornou-se uma das primeiras delegadas federais do território. Sua mãe chorou, seu pai ergueu o queixo — e Evelyn acreditou que havia, sim, um lugar para ela na fronteira.

Mas estava enganada.

Um ambiente mais cruel que qualquer bandido

Ao chegar ao gabinete de madeira do xerife em Red Mesa, território do Arizona, encontrou algo que nenhum treinamento poderia prepará-la para enfrentar: o desprezo silencioso e os risos abafados dos próprios colegas de farda. Sorrisos tortos, apertos de mão longos demais, e uma língua — o respeito — falada apenas entre eles.

Ignorou as piadas, os assobios, as palavras murmuradas por trás de dentes manchados de tabaco. Dizia a si mesma que superaria o ódio na bala e ultrapassaria a crueldade no galope.

E por um tempo, tentou.

Capturou sozinha ladrões de cavalos nas planícies.
Escoltou colonos por passagens perigosas.
Enfrentou famílias em guerra, mantendo-se firme mesmo com rifles apontados para seu peito.

Cidades inteiras confiavam mais nela do que nos homens acima dela — mas dentro do gabinete isso não tinha valor.

A perseguição interna

Enquanto acumulava feitos, seus superiores acumulavam maneiras de colocá-la em seu “devido lugar”.
Turnos noturnos “para ganhar experiência”.
Missões perigosas sozinha.
Relatórios que desapareciam.
Casos retirados.
Salário reduzido.

Riam quando ela denunciava assédio.
Riam como se fosse uma piada da qual ela não fazia parte.

Sua coragem virou incômodo.
Depois, ameaça.

E a fronteira nunca quebrava devagar.
Quebrava como osso.

A decisão mais difícil

Aos 41 anos, após treze anos de serviço, Evelyn colocou sobre a mesa a pequena estrela de latão que um dia acreditou representar justiça.

Não houve aplausos.
Não houve despedidas.
Apenas o eco seco das botas sobre o piso empoeirado.

Chamaram-na de fraca.
Diziam que o Oeste não havia sido feito para mulheres como ela.

Mas ninguém viu os hematomas escondidos, o medo sufocado, a dignidade defendida com unhas e dentes.

Sair não foi desistir.
Foi sobreviver.

Um novo caminho, a mesma missão

Meses depois, instalou-se em uma pequena comunidade perto de Cottonwood Creek. Lá, começou a ensinar mulheres a atirar, a se proteger, a denunciar abusos sem serem silenciadas.

O distintivo já não estava com ela — mas sua missão continuava.
Ainda defendia pessoas.
Ainda fazia justiça.
Apenas não mais dentro de um sistema que a traiu.

Evelyn Hart (1844)

Cresceu na poeira da fronteira.
Trabalhou com homens que nunca a aceitaram.
Sobreviveu a perigos, assédio e traição vindos de quem deveria proteger a lei.

Mas não quebrou.

Ao deixar o distintivo para trás e levar consigo a própria integridade, tornou-se algo raro no Velho Oeste:

uma mulher que preservou sua honra em um mundo que tentou arrancá-la.

Fonte: SBdeHolanda

A pedido do MPF, ex-tesoureira da Caixa é condenada por desvio de valores de agência em Presidente Médici

Após ação do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal condenou, nesta quarta-feira (12), uma ex-empregada da Caixa Econômica Federal em Presidente Médici (RO) por enriquecimento ilícito. A sentença determinou a perda dos R$ 73.066 desviados em 2014, quando era tesoureira da agência, além do pagamento de multa civil no mesmo valor.

De acordo com a ação de improbidade administrativa movida pelo MPF, a ex-empregada se valeu de sua condição de tesoureira para subtrair valores do caixa e dos terminais de autoatendimento da agência. A irregularidade foi descoberta durante uma conferência de rotina, que constatou um desfalque total de R$73.066,00, sendo R$ 31 mil relacionados ao abastecimento dos caixas eletrônicos e R$ 42.066 identificados como falta na tesouraria.

Durante o andamento do processo, o MPF apresentou um robusto conjunto de provas, que incluiu as já produzidas em um processo administrativo da Caixa, depoimentos de testemunhas, relatórios de procedimento administrativo disciplinar da Caixa e imagens do circuito interno de segurança. As gravações mostraram a mulher em movimento suspeito, retirando dinheiro do cofre e escondendo-o em sua jaqueta na tentativa de obstruir a fiscalização e camuflar o ato.

A defesa da ex-tesoureira alegou a ocorrência de prescrição e a ausência de dolo (intenção deliberada), sustentando que se tratava de mera negligência. No entanto, a Justiça Federal rejeitou esses argumentos, entendendo que as tentativas de atrapalhar a auditoria e as discrepâncias de valores eram indícios claros de má-fé e de conduta dolosa, caracterizando as ações como ato de improbidade, conforme a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/92).Da sentença, cabe recurso.

Fonte: Comunicação MPF

Que loucura! Empresário em boate de Ji-Paraná joga milhares de reais para os participantes, veja o vídeo

A noite foi simplesmente insana na Boate Kings, em Ji-Paraná, quando um empresário conhecido na cidade — dono de boate, pecuarista e figura popular na região — resolveu transformar a madrugada em um verdadeiro espetáculo de emoção. O clima já estava quente, mas ficou explosivo quando o empresário, identificado como Conejipa, subiu no palco e arremessou R$ 5 mil em notas de R$ 100 para o público.

A cena foi registrada em vídeo e mostra o exato momento em que Conejipa, radiante e vibrando com a energia da festa, abre os braços e começa a lançar o dinheiro para a multidão. Em segundos, a galera simplesmente foi à loucura, correndo, pulando e disputando cada nota que caía do palco.

Em conversa com a reportagem, o empresário contou que o gesto foi uma forma de agradecer pelo ano de 2025, em que o público marcou presença e fortaleceu sua casa noturna. Segundo ele, foi também um ato de gratidão a Deus pelas bênçãos recebidas.

“É meu jeito de retribuir! O pessoal colou, prestigiou, me ajudou, e eu quis agradecer do meu jeito”, disse Conejipa, sorrindo enquanto ainda era abraçado pelos frequentadores.

A madrugada que já prometia ser animada acabou entrando para a história da Kings. E os participantes? Ah, esses vão lembrar por muito tempo da noite em que, literalmente, choveu dinheiro em Ji-Paraná, veja o vídeo abaixo⬇️⬇️⬇️

Fonte: Rondoniatual

Assembleia Legislativa de Rondônia aprova R$ 3 milhões para realização de concurso público da Educação

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) aprovou, durante sessão ordinária realizada na terça-feira (11), o Projeto de Lei 1154/25, que autoriza a abertura de um crédito adicional especial de R$ 3 milhões para a Secretaria de Estado da Educação (Seduc). O valor será usado exclusivamente para financiar o concurso público da Educação, previsto para preencher vagas na rede estadual de ensino.

Com a aprovação, a Seduc passa a ter os recursos necessários para iniciar os trâmites do certame, incluindo contratação de banca organizadora e demais etapas obrigatórias. A iniciativa permitirá a entrada de novos professores, técnicos educacionais e profissionais de apoio, reforçando o quadro funcional e contribuindo para a melhoria do ensino público em Rondônia.

O governo do estado justificou a proposta afirmando que, apesar da necessidade urgente de realizar um novo concurso, não havia ação orçamentária prevista no Plano Plurianual (PPA 2024-2027) para cobrir os custos da seleção. O crédito especial corrige essa lacuna e viabiliza o andamento da concorrência.

As sessões da Assembleia Legislativa podem ser acompanhadas presencialmente ou pelos canais oficiais da Casa, como a TV Assembleia (7.2) e o YouTube. Informações sobre projetos, proposições e votações estão disponíveis no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (Sapl) e no site oficial da Alero.

Acompanhe mais conteúdos diários no Jornal Rondônia – O seu jornal eletrônico Rondoniense!

*Com informações da ALERO

‘Mendigata de Goiás’ é presa após tentativa de homicídio contra morador de rua

Uma influenciadora conhecida como “Mendigata de Goiás” foi presa suspeita de mandar o companheiro esfaquear um morador de rua após um desentendimento relacionado ao uso de drogas. O caso ocorreu na noite de terça-feira (11), na Avenida Paranaíba, região central de Goiânia. A vítima sobreviveu às facadas.

Segundo relato do morador de rua aos policiais, ele foi surpreendido enquanto atravessava a via, nas proximidades da rodoviária. O agressor o segurou pelo pescoço, o fez sentar no chão e o ameaçou com uma faca, impedindo qualquer reação.

Mendigata acusada de tentativa de homicídio

Equipes do 38º Batalhão da Polícia Militar, com apoio do setor de inteligência, iniciaram as buscas logo após o crime. O suspeito foi localizado no Setor Leste Vila Nova, onde também foram encontradas porções de crack prontas para venda. A influenciadora foi detida em seguida.

Os dois foram levados à Central de Flagrantes. Conforme a Polícia Militar, a mulher já possui registros por tráfico de drogas e receptação.

O homem responde por tráfico e homicídio. Ambos permanecem à disposição da Justiça.

Fonte: Bacci Noticias

Vereador Professor Izaias Jovino Garante Mais de R$ 1 Milhão em Recursos para Educação e Assistência em Alto Alegre dos Parecis

O trabalho do vereador Professor Izaias Jovino segue trazendo resultados concretos para o município de Alto Alegre dos Parecis. Em mais uma ação de forte articulação política, o vereador garantiu R$ 200 mil, por meio do deputado federal Lúcio Mosquini, destinados ao custeio da Casa de Apoio em Porto Velho, espaço essencial que oferece acolhimento e suporte a pacientes e familiares que precisam se deslocar à capital para tratamentos de saúde.

Além disso, Izaias Jovino assegurou um investimento ainda mais significativo: R$ 831 mil, conquistados junto ao deputado estadual Ezequiel Neiva, que serão utilizados para a construção do refeitório da Escola Municipal Educandário Paulo Freire. A nova estrutura irá proporcionar mais conforto, segurança e qualidade no atendimento aos alunos, fortalecendo o ambiente escolar e garantindo melhores condições para a comunidade estudantil.

Os recursos já estão em conta, prontos para serem aplicados e transformados em melhorias reais tanto na área da educação quanto no acolhimento das famílias Alto alegrenses.

Com este importante avanço, o vereador reforça seu compromisso com o desenvolvimento do município e reafirma que o trabalho conjunto com parlamentares parceiros é essencial para entregar benefícios que realmente fazem a diferença no dia a dia da população.

Vereador Izaias Jovino – Parceria que Gera Resultados Reais para o Povo.

Fonte: Dolglas Santana